quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024
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Santa Catarina possui a menor taxa de informalidade do país

Santa Catarina registra a menor taxa de informalidade do Brasil, de 26,1%, enquanto a média nacional aponta 39,0%. Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e divulgados pela Fiesc hoje (26).

As informações traduzem os dados sobre a força de trabalho formal e informal no Brasil, que engloba empregados do setor privado e trabalhadores domésticos com e sem carteira assinada, autônomos, empregadores sem CNPJ e aqueles que realizam atividades familiares sem remuneração.

O resultado está atrelado à diversidade produtiva e regional da atividade industrial no estado. “Santa Catarina tem na indústria seu principal vetor de desenvolvimento, com 34,5% no emprego total, tendo a maior participação do país. A cada 10 pessoas ocupadas na indústria catarinense, outros 16 empregos indiretos são gerados”, afirma o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina, Mario Cezar de Aguiar.

De janeiro a abril deste ano, por exemplo, foram registradas 55.675 novas vagas formais na economia catarinense, com crescimento consecutivo na geração de emprego no estado. Os destaques são para a indústria (28.340), o setor de serviços (25.758), a agropecuária (1.462) e o comércio (115).

Instalações da indústria Karsten
Instalações da indústria Karsten

O estado possui, ainda, a menor taxa de subutilização do trabalho, com apenas 6,4% da população ocupada, valor três vezes menor que a média nacional. Isso significa que a população está sendo mais eficientemente utilizada na capacidade produtiva da economia e a força de trabalho está operando próxima de sua plena capacidade.

A baixa taxa de informalidade em Santa Catarina tem contribuição da alta participação da indústria nos empregos formais e da qualificação de seus profissionais. “Além de ter o 3º maior rendimento médio da indústria de transformação do país, SC também possui o 2º maior número de empregados formais com educação básica completa na indústria por mil habitantes”, reforça a economista do Observatório FIESC, Camila Morais.

Redação
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