Sindicalista pode ser presa se a saúde e educação não voltarem

Em um despacho do desembargador Carlos Adilson Silva sobre a greve, o que chama a atenção é a possível responsabilização criminal da coordenadora geral do Sindicato Único dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Blumenau (Sintraseb), Sueli Adriano, por crime de desobediência.

Silva ressalta que ele deve ser intimada caso persista o descumprimento da ordem judicial que determina a volta total do serviço de saúde e educação. O Sintraseb decidiu entrar em greve na quarta-feira (21) e disse que não volta ao trabalho, mesmo sob multa diária, reajustada para R$ 100 mil.

Quando questionada se respeitaria a decisão judicial, Sueli desconversou: “seguiremos rigorosamente a lei de greve, mantendo os serviços essenciais nela descrito.”

A greve

Na semana passada a prefeitura reajustou o salário em 5,82%, baseado no Índice de Preços ao Consumidor. Mas na mesa de negociação a principal reivindicação é a reposição de perdas salarias que giram em torno de 30% da folha e que foram acumuladas entre 1997 e 2004.

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