Instituto Geral de Perícias tem novo Diretor

O Instituto Geral de Perícias (IGP) de Santa Catarina está sob novo comando. O governador Raimundo Colombo e o secretário de Segurança Pública, César Grubba, empossaram na noite desta terça-feira, 13, o perito Miguel Acir Colzani como novo diretor-geral do instituto catarinense. Colzani assume o lugar de Rodrigo Tasso, que estava no posto desde 2011 e a partir de agora será o diretor adjunto.

Foto: James Tavares / Secom
Posse de novo diretor (James Tavares / Secom)

O governador Raimundo Colombo destacou a profissionalização do instituto. “Sentimos claramente todos os dias a qualidade e a evolução do nosso IGP. Isso motiva o governo a investir cada vez mais no setor, porque percebemos que temos grandes resultados”, discursou.

No evento, no Teatro Pedro Ivo Campos, em Florianópolis, também foi realizada a formatura de 17 novos auxiliares de medicina legal do IGP, que concluíram o curso de formação em 5 de janeiro e agora estão aptos para exercer a função pública. Também foram empossados novos diretores e novos gerentes do Instituto Geral de Perícias.

“O IGP é o órgão responsável pela realização de todos os procedimentos periciais criminais destinados à instrução de inquéritos policiais e também processos penais. Nosso desafio é dar seguimento ao bom trabalho realizado até agora e estimular cada vez mais a produtividade pericial em Santa Catarina. Vamos construir mecanismos para que os nossos profissionais possam desenvolver suas atividades com bastante harmonia e, principalmente, produzindo resultados. Nosso serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias do ano, para bem atender os catarinenses, um povo ordeiro e trabalhador”, afirmou o novo diretor, Colzani.

Quem é Miguel Acir Colzani

Engenheiro agrônomo, formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Em 1990 ingressou na carreira da perícia criminal, passando pelo curso de formação inicial da Academia de Polícia Civil. Especializou-se em Políticas e Gestão em Segurança Pública.

De 1990 a 1998, atuou no plantão do Instituto de Criminalística da Capital. Em 1998, passou atuar no setor de balística forense (disciplina, integrante da criminalística, que estuda as armas de fogo, sua munição e os efeitos dos tiros por elas produzidos). No ano de 2001, frequentou o primeiro curso de perícia criminal na área de informática ministrado pela Academia Nacional de Polícia Federal em Brasília, quando instalou em Santa Catarina o primeiro laboratório destinado à busca e à recuperação de evidências digitais na área da perícia forense criminal em informática.

De 2004 a 2007, atuou como gerente do Instituto de Criminalística e posteriormente assumiu a gerência do Instituto de Identificação Civil e Criminal, onde permaneceu até 2010. De 2010 a 2014, foi diretor da Academia de Perícia (Acape), sendo que em 2013 assumiu o cargo de Secretário Executivo do Conselho Nacional de Perícia Criminal.

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