O Holocausto: um segredo de Estado

A política nazista em muito contribuiu para promover a negação do Holocausto, isto ao mesmo tempo em que as operações de extermínio estavam sendo consumadas nas áreas por eles ocupadas da Europa durante a Segunda Guerra Mundial.

O Holocausto era considerado segredo de estado na Alemanha nazista. Os alemães escreviam um mínimo possível de documentos sobre o tema. A maioria das ordens de extermínio era dada verbalmente, especialmente nos níveis mais altos do comando. A ordem de Hitler para exterminar os judeus foi transmitida somente àqueles que precisavam coordenar as atividades. Os líderes nazistas geralmente evitavam efetuar planejamento detalhado para as operações de extermínio, preferindo proceder de modo improvisado, embora sistemático. Antes do final da Guerra, os alemães destruíram grande parte da documentação existente.

Os documentos que escaparam à destruição, e que eram diretamente relacionados ao programa de extermínio, foram quase todos classificados e marcados “Geheime Reichssache” (Ultra-Secretos), e exigiam manuseio e destruição especiais para impedir que fossem apreendidos pelo inimigo.

Altair Reinehr em frente à casa onde nasceu Hitler na Austria. Altair Reinehr é negacionista do Holocausto: Hitler “transformou a Alemanha”. O antissemita é pai de Daniela Reinehr, governadora de Santa Catarina, que tomou posse no dia 28 de Outubro
Altair Reinehr em frente à casa onde nasceu Hitler na Áustria

Altair Reinehr é negacionista do Holocausto: Hitler “transformou a Alemanha”. O antissemita é pai de Daniela Reinehr, governadora de Santa Catarina, que tomou posse no dia 28 de Outubro

Altair foi amigo e testemunha de defesa no julgamento de Siegfried Ellwanger Castan, fundador da Editora Revisão, que publicava livros antissemitas. Castan foi condenado à prisão por racismo no Rio Grande do Sul. Recorreu ao STF e perdeu.

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