A geração que não tem paciência para o moralismo do retrocesso

Sabem o que acredito? Não seremos a geração que vai mudar o mundo, muito menos  causar uma revolução, não seremos nem a geração do smartfone, não temos o tempo ao nosso lado. Mas, como uma ideia que não quer sair, to acreditando , vez e cada vez mais, que  com as pessoas mais lúcidas,  nossa geração vai ser conhecida por não ter paciência com aqueles que querem andar para traz e que lutam aos berros dos dias e noites (como se fosse um fetiche) contra os avanços das liberdades individuais.

Nosso partido é a de um coração partido (igual a música do Cazuza) e somos distantes do conservadorismo da esquerda que se baseiam em livros de mil e oitocentos e alguma coisa. O enquadramento nos afasta, o abstrato no atrai. A luta pela paz e pela democracia é tão grande eu não cabem em ideias pré concedidas de um mundo mudo que só existe nas cabeças dos teimosos.

Não seremos, nem de longe, a geração dos anos 60, corajosos 60, que  se rebelaram de forma convicta contra o autoritarismo e causou uma revolução no modo de viver. Não seremos eles, mas seremos conhecidos por não ter tido paciência com os colarinhos que impõe que o estilo de vida dos anos 50. Seremos conhecidos como a geração lúcida, que não admite a hipocrisia, as respostas fáceis, o politicamente correto dos moralistas e o amor por amostragem.

O oriente esta aqui, para ajudar a sobrevivermos a um dia de cada vez. Meditamos para sobreviver a um dia de 24 horas. Se a tristeza é rotina é por não darem tempo de nos encontrarmos.

Seremos aqueles que não tem um pingo de paciência contra o preconceito religioso, lutamos e lutaremos para todos os santos e todas as divindades possuírem seu lugar no mundo. Ciencia e religião, amigas! Não toleramos o preconceito de gênero porque sabemos que a igualdade na diferença se leva ao sucesso. O amor não pode ser regulado, regularizado, somente o ego, esse nosso precisa ser regulado. O amor em todas as idades.   Lutamos contra os poluidores , e por toda forma de vida que quer viver(mesmo que seja de quatro patas).Lutamos contra os velhos dólares da suíça e aos os velhos jovens com olheiras. Lutamos pela felicidade, dizemos não a um mundo baseado em dinheiro e que quer ter, ter e  ter, o ter traz o nada da alma e dinheiro a quem inventou o rivotril. A liberdade como o topo e a base, o nosso  sucesso é ser feliz, mesmo que isso signifique ter um produto da Apple.

Nem Fidel, nem Nixon, mas sim os Jonh Lenon.

2 Comentários

  1. A luta pela paz e democracia é tão grande…!!!??? Me desculpe, mas vcs estão falando da Geração Z? O texto é muito legal, mas qual geração está fazendo tudo isso. Obridada.

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