Uma reaproximação de Israel jamais vista nos últimos 40 anos do Estado brasileiro

Gen EDSON LEAL PUJOL, Comandante do Exército Brasileiro, em Visita Institucional às Forças de Defesa de Israel, de 13 a 22 de dezembro de 2019. Por Israel Blajberg
Gen EDSON LEAL PUJOL, Comandante do Exército Brasileiro, em Visita Institucional às Forças de Defesa de Israel, de 13 a 22 de dezembro de 2019 – por Israel Blajberg

O general Edson Lean Pujol esteve nesta semana no local da antiga fortaleza britânica de Latrun, a meio caminho na rodovia Tel Aviv – Jerusalem, onde visitou o Museu do Soldado Judeu da Segunda Guerra Mundial e o Memorial e Museu do Corpo Blindado. Como Oficial da tropa blindada, apreciou bastante a coleção de carros de combate, uma das maiores do mundo.

No Museu do Soldado Judeu visitou a exposição sobre o Brasil, onde entre outras menções aos soldados judeus brasileiros, um retrato ocupa lugar de destaque, do saudoso Marechal Waldemar Levy Cardoso, falecido em 2008 aos 108 anos. Notar a foto da galeria dos que tombaram nas guerras, milhares de mortes que poderiam ter sido evitadas não fosse o fanatismo e a intolerância.

Notar ainda na foto onde aparece a guarnição do carro de combate, todos os soldados tem o mesmo rosto, significa que todos são iguais, nessa foto ao lado do Gen Pujol estao o Adido de Defesa Cel MArcus Vinicius Gomes Bonifacio e o Aux do Adido ST Chaves.

Na foto onde o Gen Pujol assina o Livro de Honra, vemos na parede os retratos de duas lendas do Corpo Blindado, os generais Israel Tal e Yeshaiau Gavish, comandantes durante as Guerras dos 6 Dias e Yom Kippur.

Próximo a este mesmo local, Latrun, onde passa a moderna via-expressa, conta a Bíblia que Yoshua bin Nun (Josué) da tribo guerreira de Ephraim fez com que a Lua pairasse imóvel sobre o Vale de Ayalon, que dá nome à rodovia, a fim de que pudesse a batalha contra os Amoritas terminar ainda à luz do dia, evitando assim profanar o Shabbat, que estava prestes a se iniciar.

Assim falou Yehoshua: “Sol, detém-te em Guibeon, e Lua, no Vale de Ayalon (…) E o Sol se deteve e a Lua parou (…) Não houve dia semelhante a esse, nem antes nem depois dele, em que o Eterno tivesse atendido à voz humana”.
(Sefer Yehoshua)

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