Uma cidade fervilhando

Enquanto lugares como Balneário Camboriú e Itapema fervem de turistas, em Blumenau o “fervor” é outro: 22 de janeiro, em pleno meio-dia faziam 35 graus celsius.

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(Jhulian Pereira)

Reparei que em todas as casas da minha rua batia sol de algum lado. Quantas casas e ruas deveriam estar na mesma situação, que só iria se tornar mais extrema à medida que a tarde fosse tomando conta do dia.

Para quem está de férias e não possui um aparelho de ar condicionado salvador, a única solução era procurar um lugar climatizado para passar algumas horas.

Independente da situação, certamente todo blumenauense sofre com o calor de um dia como este. Reclamar para quem? São Pedro? O Altíssimo? O prefeito Napola?

O fato é que não existe lugar perfeito. Agora mesmo, os EUA sofrem com uma nevasca. Isso quando não são terremotos e tornados.

Se Blumenau é um lugar diferenciado no Brasil, inclusive atraindo cada vez mais imigrantes, isso não impede que tenhamos os mesmos inconvenientes dos lugares menos desenvolvidos do país.

Diante disso, podemos seguir o famoso conselho de Marta Suplicy, o qual acho desnecessário reproduzir aqui. Ou então, simplesmente continuar tocando a vida da melhor forma possível, o que sabemos fazer bem.

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