PSOL volta atrás e pede apenas medidas contra fake news no WhatsApp

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) voltou atrás do pedido de suspensão do WhatsApp, realizado ontem (18), e solicitou em novo documento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apenas medidas contra fake news no app.

Apesar de a Justiça Eleitoral atuar constantemente contra notícias falsas, a disseminação destas informações é constante devido ao grande volume de dados de comunicação, em especial em aplicativos de mensagens como o WhatsApp.

O partido pediu ao TSE que limite o envio simultâneo de mensagens através de listas, de 256 por vez para 20, e a limitação de tamanhos de grupos. As medidas afetariam o envio em massa de mensagens por meio da ferramenta.

Pelo pedido anterior, o partido também solicitava medidas a fim de evitar as fake news, mas, em caso de impossibilidade, o bloqueio do aplicativo em até 72 horas até o fim do primeiro turno das eleições, no dia 28.

Além da atuação voluntária de usuários com fake news, a Justiça precisou agir diversas vezes para coibir informações falsas como de que Fernando Haddad (PT) seria autor do “Kit Gay” ou que Bolsonaro teria votado contra uma lei de inclusão.

Uma investigação da BBC Brasil apontou que já em 2010 um blog defendia Dilma Rousseff com rede de fakes no Orkut. Este é um problema em outros países como nos Estados Unidos, onde Donald Trump foi acusado de usar ferramentas e dados das redes sociais para influenciar as eleições.

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