domingo, 14 de julho de 2024
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Pilotos e comissários fazem paralisação nos principais aeroportos

Os aeronautas começaram nesta segunda-feira (19) a greve da categoria nos principais aeroportos do Brasil. Os pilotos e comissários devem cruzar os braços todos os dias entre as 6h e 8h pedindo reajustes de salário maiores que o oferecido.

O movimento ocasionou atrasos em decolagens nesta manhã nos principais aeroportos do país. A proposta apresentada ontem prevê reposição de 100% da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais aumento real de 0,5%. Os percentuais incidem sobre os salários fixos e variáveis.

O presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Henrique Hacklaender, então orientou aos tripulantes que compareçam amanhã aos aeroportos, mas que não façam decolagens entre as 6h e 8h. A greve está prevista para ocorrer em São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte e Fortaleza.

Movimento de passageiros no Aeroporto Internacional Tom Jobim/RioGaleão - foto de Tomaz Silva/Agência Brasil
Movimento de passageiros no Aeroporto Internacional Tom Jobim/RioGaleão – foto de Tomaz Silva/Agência Brasil

Hacklaender destacou que além do ganho real sobre os salários, a categoria quer melhores condições de descanso. “É óbvio que um tripulante cansado e mal remunerado pode representar um risco à aviação”, ressaltou o presidente do sindicato ao comunicar o resultado da votação da categoria.

Liminar

Na sexta-feira (16), a ministra do TST Maria Cristina Peduzzi determinou que deve ser garantido o mínimo de 90% de pilotos e comissários em serviço durante a greve. A decisão foi motivada por uma ação do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea).

Na decisão, a ministra negou o reconhecimento da abusividade da grave, mas determinou que deve ser mantido percentual mínimo de aeronautas em serviço.

Redação
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