A Organização Mundial da Saúde afirmou na segunda-feira (27) que nove países já testam vacinas em humanos. São 164 pesquisas em desenvolvimento, destas apenas 25 em estágio clínico, mas apenas cinco estão na fase três que é considerada a final.
Somente depois da terceira fase de testes, que é um ensaio em larga escala, com milhares de indivíduos, que precisa fornecer uma avaliação definitiva da sua eficácia e segurança em maiores populações, que uma vacina pode ser liberada para ser comercializada.
A China atualmente testa três vacinas na fase três a Sinovac, a do Instituto Biológico de Wuhan/Sinopharm e a do Instituto Biológico de Pequim/Sinopharm. Já o Reino Unido testa no Oxford/AstraZeneca e o Estados Unidos a Moderna/NIAID.
Das vacinas mais avançadas duas são testadas no Brasil, a vacina inglesa da Universidade de Oxford e a chinesa Sinovac.
O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde Arnaldo Correia de Medeiros, afirmou na terça-feira que o Brasil pode receber 15,2 milhões de doses da vacina da Universidade de Oxford em dezembro. Caso os testes mostrem que a vacina é eficaz.
Já o Governador João Doria afirma que, a vacina do laboratório chinês em parceria com o Instituto Butantan, “poderá estar disponível para a população brasileira a partir de janeiro de 2021” caso seja aprovada nos testes.