Gripe provocou a hospitalização de 660 pessoas em SC em 2016

Até o dia 19 de julho, 660 pessoas foram internadas em hospitais catarinenses por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) provocada por influenza, ou seja, por gripe. Destas, 87 morreram, conforme dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) da Secretaria de Estado da Saúde.

A grande maioria das pessoas hospitalizadas por gripe (85,2%) apresentava algum fator de risco associado, sendo 310 portadores de doença crônica, 29 gestantes, três puérperas, 35 crianças menores de dois anos, 143 idosos (maior que 60 anos) e 42 obesos. As pessoas acima de 50 anos representaram 41,7% do total de casos.

Os 573 casos de gripe que evoluíram para a cura foi pelo uso do antiviral Oseltamivir (Tamiflu), em média, até quatro dias após o início dos sintomas de síndrome gripal – febre, tosse ou dor de garganta – associados à mialgia, cefaleia ou artralgia.

Prevenção

A campanha de vacinação contra a gripe em Santa Catarina este ano atingiu uma cobertura de 98% em todos os grupos prioritários.

Além da vacinação, outras formas eficazes de prevenção para a gripe são lavar as mãos com água e sabão várias vezes ao dia e adotar a chamada etiqueta da tosse. Isso porque as mãos são um importante veículo de transmissão do vírus da gripe.

A partir do contato com um doente ou com uma superfície contaminada, o vírus pode penetrar pelas vias respiratórias, se a pessoa levar a mão ao rosto, causando doença grave se não tratada a tempo.

O vírus é transmitido de pessoa a pessoa a partir das secreções respiratórias, principalmente por meio da tosse ou do espirro. Ele pode, também, sobreviver por horas no ambiente, especialmente em superfícies tocadas frequentemente por várias pessoas, como corrimão, interruptores de luz, maçanetas, carrinhos de supermercado, entre outros.

Veja dicas de etiqueta elaborada pela Semus de Blumenau:

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