Edinho Bez foi o único catarinense a votar contra a PLN 36

Em uma sessão de 19 horas ininterruptas, o Congresso Nacional aprovou na madruga de quinta-feira (05) o texto base da mudança no cálculo do superávit (PLN 36/14). Sem a aprovação da matéria, a presidente Dilma Rousseff (PT) cometeria crime de responsabilidade fiscal por não economizar o suficiente.

Edinho Bez (Luis Macedo/CD)
Edinho Bez (Luis Macedo/CD)

Da bancada catarinense no Congresso, apenas um deputado votou contra a matéria: Edinho Bez. O deputado peemedebista foi contra a orientação do próprio partido e contra outros nove congressistas do Estado, que votaram pela aprovação da Lei.

O projeto propõe uma anistia de crime de responsabilidade da presidente Dilma Rousseff“, manifestou Bez na rede social facebook. Ele ressaltou a importância da Lei de Responsabilidade Fiscal e disse que ela é “importante para a economia e democracia do nosso País”.

Outros catarinenses

Favoráveis: Celso Maldaner (PMDB), Décio Lima (PT), Francisco de Assis (PT), Jorginho Mello (PR), Luci Choinacki (PT), Onofre Santo Agostini (PSD), Rogério Peninha Mendonça (PMDB) e Ronaldo Benedet (PMDB) e o senador Casildo Maldaner (PMDB).

Não votaram: Esperidião Amin (PP), João Pizzolatti (PP), João Rodrigues (PSD), Jorge Boeira (PP), Marco Tebaldi (PSDB), Mauro Mariani (PMDB), Paulo Bornhausen (PSB) e os senadores Paulo Bauer (PSDB) e Luiz Henrique (PMDB). Estes congressistas também podem ter deixado de registrar presença para não ter o quórum de votação, o que postergaria a aprovação.

Repercussão

O deputado Peninha foi duramente criticado por seus eleitores pela decisão, mas argumentou no Facebook: “Nenhum dos estados e municípios sobrevive sem recursos do governo federal. Se o PLN não fosse aprovado, havia o risco de ficarem sem os repasses voluntários“. Leia na íntegra.

Um comentário

  1. Não registrar presença para não ter quórum de votação é um estratégia chamada OBSTRUÇÃO. O PSDB instruiu seus deputados a obstruir a votação, buscando o adiamento do processo no Plenário. Desta forma, o deputado Marco Tebaldi seguiu instrução de seu partido.

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