22 de abril de 1500: Descobrimento do Brasil

Túmulo de Pedro Álvares Cabral em Santarém, Portugal
Túmulo de Pedro Álvares Cabral em Santarém, Portugal

A mãe de Pedro Álvares Cabral, Gouveia de solteira, era cristã-nova. Porém é em Belmonte, na Igreja de Santiago, onde passava a antiga Estrada Romana Militar, que ligava Mérida a Braga, a qual na Idade Média era utilizada pelos peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela que encontra-se o Panteão dos Cabrais e os túmulos de vários elementos desta ilustre família.

No interior, junto à porta que liga o Panteão à Igreja de S. Tiago, observa-se à direita, o túmulo de Fernão Cabral I e Isabel de Gouveia, pais de Pedro Álvares Cabral. Na parede oposta, encontram-se os restos mortais de João Gouveia (alcaide-mor de Castelo Rodrigo), de sua mulher Leonor Gonçalves e do seu filho Vasco Fernandes Gouveia (pais e irmão de Isabel de Gouveia).

Estes dois túmulos góticos de morfologia semelhante fizeram parte de uma primeira capela mausoléu mandado construir por Fernão Cabral I e sua mulher, Isabel Gouveia.

Interior do mausoléu
Interior do mausoléu

Moedas comemorativas

Por ocasião do 4º. centenário do descobrimento do Brasil, em 1900, foi lançada a primeira série de moedas comemorativas da República. Naquele ano, a moeda de 4000 réis em prata, com 50 mm, até então, foi a maior moeda já produzida no Brasil. Com Pedro Álvares Cabral, descobridor do Brasil na frente e no outro lado, as armas portuguesas em 1500 e brasileiras em 1900.

Já em 1999, a Efígie de Pedro Álvares Cabral, navegador português que, em 22 de abril de 1500, descobriu o Brasil , ladeada por nau, simbolizando as navegações portuguesas foi reduzida a uma moeda de 0,01 centavo. No ano de 2001 a homenagem a Pedro Álvares Cabral foi estampado numa cédula em polímero de dez reais.

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