Motivos para o contingenciamento

Contingenciamento é limitar recursos escassos na União. Não há fundos no Tesouro Nacional hoje, maio de 2019, consequência de atos ilícitos que justificaram o impeachment de Dilma Rousseff em 2016.

Em 12 de outubro de 2017, a imprensa anunciava que US$ 35 milhões (de dólares) foram destinados a campanha eleitoral do ditador Nicolas Maduro, que recebeu a mando de Marcelo Odebrecht, via BNDES. Era a parte menor dos US$ 555 milhões (de dólares) que o governo Lula/Dilma haviam liberados para os metrôs da Odebrecht na Venezuela. Estes valores jamais serão recuperados. São recursos que faltam ao Tesouro Nacional brasileiro em 2019 e provocaram o atual governo a impor política de contingenciamento para evitar o desequilíbrio financeiro da União.

Grande parte dos brasileiros mantém a mente e o corpo sãos. Não são acometidos de amnésia grave (síndrome de Korsakoff). Assim não sofrem da incapacidade de reter novos acontecimentos na memória.

Fachada do Palácio do Planalto – foto de Roberto Stuckert Filho/PR

Convencionou-se uma retórica de que a Universidade no Brasil está em permanente crise. É aquela ambiguidade que favorece manter o estado das coisas com esmero e zelo. Fina argumentação que acompanha gerações. Não é somente a falta de dinheiro que imobiliza o Estado brasileiro. É a “bagunça” que ficou, depois da festa lulista.

Quando se discute inovação na Universidade, comenta-se que é necessário adaptar-se a modernidade, que novas tecnologias precisam ser entendidas, que o mundo do trabalho mudou e a inovação chegou. Esta é a visão da universidade da sociedade. Quando é a universidade que precisa ser alvo da inovação, que precisa apresentar resultados, vem com a retórica que é intocável. As Universidades públicas não despertaram que esse tempo exauriu.

Como já dito tantas vezes, as instituições educacionais federais, ao longo dos anos, perderam a referência em cumprir a missão que se destinam. Tornaram-se irreconhecíveis. Talvez ainda aja capacidade em restabelecer princípios básicos na administração pública.

Luiz Inácio, vulgo lula, dissimulado e irresponsável e Michel Temer, advogado e ex-secretário de segurança de SP, ambos ex-presidentes da República estão presos. Para que o Brasil esteja livre do retorno de nefastas ameaças ao Estado brasileiro é necessário, é urgente que Dilma Rousseff responda judicialmente por seus atos praticados contra o Tesouro Nacional quando na presidência da República. Ter retirado o P, não escondeu as características cleptocráticas do PMDB. A justiça alcançou o MDB e o PT. Lembremos: foi o acordo PT-PMDB que permitiu a “liberdade” de Dilma Rousseff, a mulher, que sem cotas, destruiu a estrutura administrativa do governo brasileiro.

Deixe um comentário

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome