Juiz que permitiu reorientação sexual diz que sua decisão foi mal interpretada

Bandeira LGBT (Ludovic Bertron)

O juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da Justiça Federal em Brasília, divulgou uma nota nesta quinta-feira dizendo que sua decisão que permitiu tratamento de reorientação sexual para pessoas LGBTs foi mal interpretada.


Ele afirma que em nenhum momento considerou a homossexualidade uma doença ou qualquer tipo de transtorno psíquico passível de tratamento.

A decisão, publicada na segunda-feira (18), causou polêmica virou assunto nas redes sociais e mobilizou cidadãos e artistas em uma campanha nomeada Trate Seu Preconceito. Até o Google aderiu em sua página no Facebook.

O juiz atendeu ao pedido de um grupo de psicólogos, que argumentava que a Resolução do Conselho Federal de Psicologia sobre o tema, de 1999, estaria censurando os estudos na área. Ele autorizou que quando solicitado pelos clientes, os psicólogos façam atendimento para reorientação sexual de forma reservada.

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